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apenas mais um
Publicado por teste em 26/06 às 12:12 AM
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Eu só queria ter um blog aqui! ai ai
/me suspira
Publicado por teste em 15/06 às 06:52 PM
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E que categorias teremos?
Publicado por teste em 29/05 às 03:34 AM
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Começarei por recordar uma expressão, recorrentemente à flor da fala de pessoas, sofrendo de iliteracia literária ( e não só), da autoria do título desta crónica, Bernardo Soares, semi-heterónimo dos Fernando Pessoa(s), a saber, «a minha pátria é a língua portuguesa». (in LIVRO DO DESASSOSSEGO).
Por que pari aquele título? Por mais insólito que possa parecer, a verdade é que aquele Pessoa ele- mesmo, mas mutilado, se ergueu ferido no meu monitor. Ferido? Sim. Porque, tendo lido o título do meu texto, na última edição deste semanário, solidário com a poetisa, que me sou, explodiu de ódio a quem tinha sido responsável pelo atentado à ortografia de que eu tinha sido alvo. Com efeito, onde havia grafado REFÉM, belo signo linguístico, quer quanto aos corpos visual, fónico e conceptual, surgiu, em ostensivos caracteres negros, o grafema recém. Mais: « minusculado». Saiba o leitor que aquele atentado é de uma gravidade gritante, em todos os aspectos, ou melhor, todos os corpos, aos quais, acima, me referi, foram feridos. Ora, como evitar a hemorragia, jorrando de tantas feridas, se «a ortografia também é gente«?
No que me toca, faço questão de dizer, sem a mínima dose de inverdade, que «A minha pátria é a língua portuguesa.», até porque foi nesta que nasci. Além do mais, sempre me senti, como se diziam Diógenes e Sócrates, cinco séculos a. C., « (cidadã) do Cosmos».
Desculpar-me-á o leitor este texto dor-sangue-grito, mas , como estou convicta de que compreende, eu não seria capaz de pôr termo à vida do recém-nascido filho de uma poetisa parideira, defensora acérrima do direito à vida de todos os seres viventes. Poetisa, esta, para quem Não dormem as pedras./ Têm lumes nos olhos./ Aquecem o sono dos pássaros/ E pulsam nas palavras do poeta./ ( in violeta Teixeira, RESINAS DE ABULIA, Magno Edições, 2003).
Por outro lado, como se não me tivesse bastado a raiva com que dei à luz a referida crónica, em consequência de um acidente pedonal, cuja responsável política é Isabel Damasceno, a Presidente laranja da Câmara Municipal de Leria, acidente, esse, que me fez prisioneira da casa e da cama durante meses, como bem se deve recordar o leitor, este «meu» dilecto semanário ainda provoca feridas na minha escrita. Já agora, revelo que a minha produção poética e jornalística ficou totalmente bloqueada, durante os meses em que, após o grave acidente, estive enclausurada, e, com raras e curtíssimas saídas precárias, ainda, no agora, não logrei parir poesia, sem a qual não me respiro.
Termino, com dor, este escrito, e, reconhecendo a excelente sabedoria popular, cito um antiquíssimo ditado: « Um mal nunca vem só.» Espero, contudo, que, nos tempos mais próximos, não me aconteça mais nenhum, nomeadamente de lesa a língua portuguesa, a minha amada pátria.
Violeta Teixeira
Poetisa
Publicado por teste em 04/05 às 11:59 AM
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Publicado por teste em 23/03 às 03:31 AM
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Só para saber se funciona este exemplo de Blog.
Publicado por teste em 21/02 às 10:53 PM
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(aqui estou eu a testar a nova “casa” ...beijinho Ricardo)
Promessa
Escrevi o teu nome na areia bem longe do Mar
Coloquei em cada letra o cuidado para ali ficar gravado
Mas, o Mar aproximou-se veloz
e, levou letra a letra do teu nome
que com tanta ternura eu escrevi…
Revoltei-me contra o Mar
que teimava e insistia…
E eu, já não sabia o que fazia!
- Gritei! Implorei! para te deixar ficar…
também ele te queria levar…
Chorei, chorei sem parar…
E, continuei a chamar bem alto
para o Mar ter Atenção…
- Que estava a levar o meu Coração!
Depois percebi o recado
que ele me estava a dar…
Ele levou-te para eu te poder amar…
Já não escrevo o teu nome na areia
pois ficou para sempre gravado…
Mergulho agora no Mar…
Sacio a minha fome no teu nome…
E cada onda é um beijo teu…
O verde do mar o teu olhar…
Sacio a minha fome no teu nome…
E cada onda é um beijo teu…
Cada salpico um abraço!
E o Mar com força responde,
Pois fica agora agitado…
Com o nosso abraço apertado…
Emocionado com tanto Amor!!
Comovido sussurra-me ao ouvido,
uma promessa sentida:
- Levar-te junto a mim para toda a vida…
mesmo distante, por um instante…
Onde eu estiver
Cumprindo o meu Desejo de Mulher!
Paula
Publicado por teste em 03/02 às 11:04 AM
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You give me butterflies, got me flying so high in the sky. I can’t control the butterflies…
...
Publicado por teste em 30/01 às 09:36 PM
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19:36 - 123 Experiência
00:18 - 456 Teste
Publicado por teste em 28/01 às 06:36 PM
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colossal ventura nesta imersa, [neblina]
extensão deste navegar imenso, [naufrago]
neste vaguear sem terra achar, [amor]
desejo em ar de tempo a(mar), [perecer]
e nunca o ser [nau frágil], in[temporal]
© temporal
Publicado por weblog em 27/01 às 04:54 PM
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