Povoação situada a cerca de 4 km da Vila, entre o Pero Neto e a Amieira. O seu nome segundo os idosos do lugar, vem dos tempos remotos em que existia um pouco a poente da povoação uma ribeira rica em belas trutas, que os fidalgos da região vinham pescar.
Como a maioria das terras que formam a freguesia da Marinha Grande, viveu isolada durante muitos anos. O seu povo dedicava-se inteiramente à agricultura.
Só a partir de 1960, com a construção da estrada que liga a Vila à freguesia de Amor, se começou a desenvolver. Com pouca implantação industrial tem, no entanto, uma promissora indústria de artefactos de cimento, principalmente aros para poços, de Carlos de Jesus Gaspar.
O seu grande desenvolvimento deu-se no sector residencial.
“in Cidade da Marinha Grande – Subsídios para a sua História – João Rosa Azambuja” – (dados recolhidos e tratados pelo autor por meados dos anos 1980.)
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